quinta-feira, 23 de maio de 2013

FALCATO ALVES

Sábado, 3 de Novembro de 2007


Falcatos alves

O meu nome é Rui Manuel Simões alves
E acho eu que todos os meus primos do lado do meu pai são Falcato Alves.
Acho que o meu pai não me meteu nem a mim nem ao meu irmão o nome Falcato pra encurtar o nome ( Se eu tivesse os nomes todos seria Rui Manuel de Almeida Simões Falcato Alves )ou por haver os Falcatos de Borba que apesar de terem o mesmo nome não têm nada e ver com esta familia nem de feotio nem politicamente e muito menos no que toca á parte monetária.
Dantes nos meus tempos de jovem tinha grande desgosto de não der Falcato, e ainda hoje a minha filha diz que o unico Falcato que conheceu bem foi o meu pai.
Mas no fundo no fundo... eu sou Falcato.
A prova disso é que tremo.
E só ( na minha opinião ) os melhores Falcatos é que tremem.
É um prova de garantia, Falcato que trema so pode ser de raça apurada, e tenho a certeza que os outro vibratórios Falcatos estão de acordo comigo.
Há pouco tempo encontrei um amigo que me falou de uns comprimidos pra fazer parar de tremer, que ele tb tremia e antes só havia uns comprimidos que tinham o efeito por um par de horas .. mas que agora havia estes que se tomava um por dia e era garantido por 24 horas.
Eu disse que não queria, acho que depois de tremer quase toda a vida se ficasse agora fixo era estranho, as pessoas iam estranhar, já pra não falar da minha mulher.
Disse-lhe que não queria, que era a minha imagem de marca, etc...
Mas fica aqui a informação pra qualquer Falcato que prefire deixar a vibração e entrar no mundo dos fixos ( nada a ver com Moratos )já sabe agora que pode parar de fazer corrente de ar, e tb já pode beber sem ser mais o que entorna.
AUTOR: RUI ALVES IN BLOG DOS FALCATOS

Sexta-feira, 2 de Novembro de 2007


ORIGEM FALCATANA

Sempre ouvi falar à mesa, sim, lá em casa falava-se à mesa, era até o momento em que todos punham a escrita em dia, da origem da nossa família. Arrumados os Alves, restam-nos os Falcatos.
Diziam os dotôres da família, (Aníbal e Armando, quem mais havia de ser?), que eram de origem italiana, baseados não sei em quê...
Seriam bandidos, salteadores estrada, tipo Zé do Telhado ou pior. Tanta vez os ouvi repetir isto que acabei por aceitar como verdadeiro e imaginava sempre o(s) meu(s) ascendente(s) cavalgando um indomável corcel, desde Itália, grande bigodão, mascarilha e pistola em punho... Muitos filmes do Errol Flinn...
Tive um professor que eu não topava, no que ele correspondia. Quando resolvia ser desagradável comigo , dizia: Falcatos, de pé descalço! Na minha terra,(era do norte), falcatos são malteses, sem eira nem beira, ciganos...
E lá diz o poeta: falcatos vindos de longe...

Nota de rodapé:
Falcato - curvo a modo de foice, de gancho, de garra. In Dicionário Contemporâneo da Língua Portuguesa, 1º vol., pág 1225 - Aulete, Caldas

Agora é que vou ver barrada a minha entrada no blogue...
Mesmo assim, lá vão bjinhos da tilena

Quinta-feira, 1 de Novembro de 2007


Nuestros abuelitos de Almendralejo

Dois primos, nascidos e a viver em Almendralejo, decidiram fugir para Portugal segundo julgo saber para escapar de alguma guerra. Escolheram a Casa Branca para morar e constituir família.
Um deles veio a ser bisavô de José Alves, meu pai e o outro, avô da Domingas, minha mãe. Deste último ouvi algumas histórias e ainda recordo esta.
Contava ele e não sei se a história era verídica ou se seria bem assim, que o pai o ia acordar de manhã dizendo: levanta-te ninho si quieres ser bueno e depois continuava: um dia um homem ia para o trabalho muito cedo e encontrou uma nota caída na estrada. Estás a ver? Uma pequena fortuna e tudo porque se levantou cedo, madrugou!
Ora, mas lo madrugou qui lo perdio! replicou ele...
O meu pai e talvez o Aníbal, ainda se deslocaram a Almendralejo que é uma pequena vila, ou será cidade?, perto da fronteira, pensando encontrar alguém que soubesse dizer alguma coisa da família Alves ou, mais provavelmente, Alvarez. Ou eles não foram muito insistentes ou o rasto se tinha perdido, o certo é que vieram como foram e nunca mais se falou nisso.
Quem se aventura a meter o nariz nos registos empoeirados que ainda estarão algures lá para as bandas de Sousel? Zuzu, põe-te boa depressa porque me pareces a mais fadada para esta pesquisa. Compro-te uma dúzia de máscaras para prevenir as alergias...
E por aqui me fico por hoje que já passa da meia noite e o dia foi mui looongo...
Bjocas tilena

E a propósito da casa Branca.....
Ia-se lá na altura das festas
e ia-se ao baile,
e dizia o senhor ao microfone alto e em bom som ( não fosse alguém menos atento não ouvir) :
Senhoras e senhores o baile vai começar. Avisam-se todos que estão proibidas todas as mijanceiras e caganceiras à porta desta função, quem não assim proceder será chamado à direcção, mais se avisam que não podem prantar os pés a riba das mesas por môde de não aquebrantar os basareus de vidro. Comece o baile.
E o baile começava e nós lá bailávamos. Depois, já tardinho, lá íamos para casa da avó Barbara entre risos em surdina e pchius e argolas de massa finta (que nunca mais comi como aquelas) lá nos deitávamos para descansar os pés….

Quarta-feira, 31 de Outubro de 2007


Que romântica!

A propósito de qualidade do fotógrafo (e do modelo) aqui está a Marilena numa bela pose captada pela objectiva do Jacinto.
Qual é o jardim?

O belo do Casório



Epá, à conta disto acho que vou ter a Guida e o Mansinho à perna porque tenho a sensação que nunca lhes cheguei a enviar as fotos do casório(mas a falta de memória também é dos Falcatos, né? Pelo menos neste ponto saio ao pai!!!Mesmo!!!)

O avô Zé Alves

Lembram-se do avô, passeando pela garagem, e dos nossos assaltos: " avô, avô, dê-me 5 tostões?"
Então ele puxava da sua carteirinha de prata e, com aqueles longos dedos que alguns sortudos herdaram, tirava moedas que nos dava. E com as moedas vinham sempre alguns rebuçados Dr. Bayard que, invariavelmente, trazia consigo.
Também nos oferecia peles de cabra e de borrego para nos convencer a passar alguns dias lá em casa. Como se fosse preciso!!
E os pequenos almoços que a avó nos levava ao quarto do tio Armando, no frio do Inverno, às 7 da manhã. Era sempre leite com café numa caneca e torradas que, com o longo percurso até lá acima, chegavam geladinhas e o leite com uma nata enorme!

mais uma do casamento


Aqui pela cara ve-se bem que estão com os sogros

casa decor


Foto tirada por Jcinto Varela talvez para uma revista de decoração da época

e esta em?


Tenho aqui uma cartola de onde saem muitas coisas

comer



O melhor desporto

grupo escurcionista



onde esconderam o garrafão?

grupo infantil



Conhecem alguem?... Eu conheço.

Bem...vou dar o exemplo!

Esta é a minha mana Beatriz :D!!! A outra filhota do Jorge.
Quem quiser espreitar mais fotos pode espreitar o Hi5 desta bela adolescente :).

"Blasilheilha"

Ora aqui vai uma histórinha...
Nunca tive a oportunidade de "picar o ponto" nestas festanças bem regadas dos Falcatos, e nunca assisti a uma bela bebedeira do meu pai(...pelo menos que me lembre...). A coisa mais parecida foi uma vez que lhe telefonei uma noite, estava ele numa jantarada com o Rui e a Joana, e sabe-se lá mais quem, e tudo corria bem...conversa muito fluente...raciocínio lógico...até tentar dizer "brasi..."..."blhasileir..."..."blasilheilha".
Eu só me ria!!!!
Alguém me conta o que se passava do outro lado do telefone?

Terça-feira, 30 de Outubro de 2007


Flautista já temos!

Será que esta menina ainda sabe tocar flauta? Podíamos pôr isso à prova! Até porque outros Falcatos, Alves, Varelas, Simões sabem tocar outros instrumentos e assim já se poderia pensar num "ensemble" para animar um mais-que-provável -encontro-da-família. E a casa onde a menina está a actuar foi desenhada por quem?

Pintores, desenhadores, fotógrafos, gráficos...

Mais um exemplo da expressão artística da família.
Quem é o autor?

O mais recente aluno de Arquitectura da família!

PRIMOS E PRIMAS MO QUINTAL DA TIA DOMINGAS

CASAMENTO DA TIA MARIA EMILIA COM O TIO ZÉ VARELA

O TIO CARREÇO

O TIO CARREÇO    TEXTO DO JOÃO


No fim da Guerra Peninsular repelidos os franceses com a ajuda inglesa, pagou-se esta com atribuições de propriedades a interventores notáveis e seus familiares. Os ingleses do Mouchão, D. João e Aravia deveriam ter sido dos recompensados. Uma vez instalados, com preocupação de rentabilidade e povoamento, iniciaram um processo de distribuição de terra com o estabelecimento de "foros". Este era um imposto pago ao senhor e dono da terra, que conferia um direito vitalício e transmissível pela posse da fracção que era concedida. Os meus Avós ainda pagavam "foro" por um olival que tinham na D.João.
Provavelmente esta a razão do minifúndio da região e da convergência de famílias de várias proveniências.

Isto ajuda a perceber porque na Casa Branca encontramos gerações com atitudes e motivações como as do Tio Carreço e que nelas ele é na verdade um dos de maior relevo.
Com 11 anos o Tio deixa a casa paterna, munido com a instrução base emprega-se como marçano na Granja, concelho de Mourão. Depois desta primeira experiência muda-se para Évora onde por alguns anos trabalha numa grande firma comercial. Com evidência das suas qualidades é lhe proposto trabalho no escritório da firma Barbosa & Irmão com actividade diversa, mas com relevo no campo financeiro. A empresa localizava-se em Estremoz e aí gozava de grande consideração. O seu sócio maioritário era Constantino Barbosa, casado sem filhos, homem culto e republicano militante.
Este homem contribuiu muito para a formação profissional e politica do Tio, e não mais se separaram. O Tio Carreço tornou-se num elemento fundamental do funcionamento da firma, amigo dedicado e correlegionário da acção politica. ( Por aqui ficamos hoje, se estiver a ser pesado digam que se sintetiza ).


Mais uma do Baú





Foto do Tio Carreço

Casamento dos meus Pais




Foto do casamento dos meus Pais Armando e Maria Romana

Avô José Simões Alves


Foto do Avô

Segunda-feira, 5 de Novembro de 2007


O TIO CARREÇO

Em 13 de Março de 1954 morre em Estremoz na sua casa, João Francisco Carreço Simões. Nessa data a grande parte dos participantes e leitores deste blogue ainda não tinha nascido. Contudo a sua vida foi de certo modo influenciada por este homem, e suponho que para muitos não é desconhecido o Tio Carreço.

Na verdade ele foi um grande patriarca da família. Sem ter casado, o seu grande amor faleceu jovem, e ao longo da vida foi dando o nome da amada Judite a todas as jovens que os pais convidaram para ser padrinho.
Montou uma grande casa de família com a sua irmã Mariana, Tia Mariana, onde criou e educou muitos sobrinhos.

Nasceu na Casa Branca em 30 de Agosto de 1862, filho de pequenos agricultores com sete irmãos. Foi lá que passou a sua juventude e fez a instrução básica. Nesta família entendia-se a aquisição de conhecimento como factor fundamental da valorização humana. Há condições que determinam que a aprendizagem e a racionalização do conhecimento seja uma postura de vida de Carreços, Alves, Falcatos e Simões.

Nos fins da década de 40 e até meados da de 50 do século passado, vivi na Casa Branca longos períodos da minha infância e início de adolescência, senti que na Aldeia não se vivia mal. Mais tarde adulto alinhando recordações , reflectindo sobre esse passado, confirmo essa constatação.
Todos tinham um pouco de seu, casa, quintal, uma ou duas courelas ( pequenas propriedades com olival e/ou terreno de cultura ) que lhes permitia viver com independência trabalhando o que lhes pertencia. Havia vários artesãos do ferro e da madeira que produziam os artigos para a casa, faziam os carros e os engenhos da lavoura. ( continuarei em breve )

Outra Foto


O meu Pai Armando com 13 meses

foto


Olá Família aqui uma nova tentativa de enviar a foto de Leonarda Rita Capela, Mãe da Avó Domingas

O TIO CARREÇO

Pequenos comerciantes promoviam o abastecimento logístico da aldeia que vivia com dois médicos, uma escola sexo masculino e outra feminino, nada de misturas, assim gostava a Igreja Católica e punha em prática o Estado Novo, escolas que tinham elevada frequência com bom aproveitamento.

Latifundiários um ou dois e as grandes herdades de famílias inglesas do Mouchão, D. João e Aravia. Na aldeia vivia-se com solidariedade e sem crises económicas, tão comuns e frequentes no Alentejo.

Os Carreços de apelido, talvez de alcunha de início, deviam ser provenientes de Carreço Minho. Os Alves com ascendência da Estremadura Espanhola. Há tradições de gastronomia na família que reforçam estas suspeitas de origem. Em casa do tio Carreço e depois em muitas casas da família, comia-se bacalhau com couves e batatas cozidas na consoada do Natal, o que nessa altura não era hábito no Alentejo, mas sim desde que se começou a pescar e salgar o bacalhau tradição no Minho. Também se cozinhava um denominado "chibinho", que era o dito estufado ( suponho que o Rui ainda se lembra como sabia bem este pitéu, eu sei a receita para os interessados ), e à falta de chibo que no Alentejo não era fácil encontrar, o prato era feito com borreguinho novo. Este era manjar de tradição na Páscoa, só em casas de nossa família. As "migas à espanhola" com carne de porco e pão esfarelado frito no pingo da carne e a acompanhar o prato. Este prato come-se na Beira-Baixa junto à Raia (Maria de Lurdes Modesto, cozinha tradicional portuguesa), e eu comi-o em Espanha Placenzia, há uns anos, no Alentejo só o conheço na nossa família.

Tudo o que alinhavei atrás levou-me a pensar que esta zona de Casa Branca foi depois de 1820 ponto de convergência de várias família com origens distantes.

Bom, hoje ficamos por aqui, voltarei para continuar a dar-vos a conhecer o que me lembra e sei do Tio Carreço.

Domingo, 4 de Novembro de 2007


OS MEUS ANTEPASSADOSMAIS PRÓXIMOS
Os meus pais Domingas de Andrade Falcato Alves e José Simões Alves nasceram em Casa Branca, onde se casaram e tiveram o filho mais velho, Armando Alves Falcato Simões*.
Os meus avós maternos, com quem ainda convivi muitos anos, eram Leonarda Rita Capela e João António de Andrade Falcato e tiveram 4 filhos: Bárbara Andrade Falcato, Domingas de Andrade Falcato, Júlio Alves Falcato e José Alves Falcato(Zé da Rita) e Júlio Alves Falcato.Os outros a si próprios puseram as alcunhas de Júlio Chanquinhas, Bárbara Charrua e Domingas Rompeta. Brincadeiras de crianças e, quando adultos, já ninguém se lembrava disso.
Os meus avós paternos, eram Joana Maria Carreço Simões e Joaquim Alves. Conheci a minha avó e lembro-a sentada no corredor da casa do tio Carreço numa larga cadeira de braços a fazer meia. Ouvia dizer que, para o fim da sua vida, já só fazia pegas as quais, por vezes, tinham calcanhares...
Tiveram 6 filhos: José Simões Alves, meu pai , João Simões Alves, António Simões Alves, Francisco Simões Alves, Vicência Simões Alves e Mónica Simões Alves(tiazinha).
Com um programa próprio,que eu não conheço, poderia fazer-se uma árvore genealógica simples e legível.
Assim torna-se confuso e enfadonho para quem quer fazer uma consulta.
Por isso paro por aqui e volto aos meus pais e irmãos.
Já aqui ouvi falar na árvore que eu construí. O que ninguém sabe é que, depois de distribuir várias cópias pela família e muitos anos passados, descobri que eu e os meus filhos não constavam do processo... .)
Por hoje não aborreço mais os visitantes do blogue, que a conversa jávai longa. O próximo capítulo seguirá dentro de dias.
* Não parece ser irmão dos outros 9, pois não?
Para todos bjs da tilena

O meu outro lado.

Este era o meu tetravô (se as minhas contas estão certas) da parte da minha mãe.
Perdi a fotografia, mas era um senhor de barbas brancas de palmo e meio.

Lucas EvangelistaTorres
n. 18 de Outubro de 1822
f. 4 de Agosto de 1895

Decano dos tipógrafos portugueses. N. a 18 de Outubro de 1822 e fal. A 4 de Agosto de 1895. Era filho dum convicto liberal, Manuel de Jesus, voluntário das tropas de D. Pedro IV, onde chegou ao posto de capitão.
Quando seu pai morreu, andava Lucas Torres estudando para medico, tendo já o curso muito adiantado, pois, que frequentava o 1.º ano de hospital, porém essa morte não lhe permitiu continuar os estudos. Todavia há indicações de que seu pai era riquíssimo, negociava em larga escala em vinhos, tinha grandes armazéns na rua doa Bacalhoeiros, junto da célebre Casa dos bicos; tendo, porém, um sócio, e por não haver escritura nem outras maiores provas que pudessem valer nas épocas calamitosas das lutas civis que atravessava a nossa pátria, Lucas Torres viu-se esbulhado da herança paterna: Assim, muito novo, órfão e pobre, foi para a tipografia dum seu parente, e ali aprendeu a arte, a qual fez progredir, e se engrandeceu no honroso mister de editor inteligente o consciencioso, adquirindo grande fama entre os da sua classe, e contando numerosos amigos. Lucas Torres honrou muito a arte tipográfica, de que foi um prestimoso propagandista. Era homem ilustrado, muito conhecedor da sua arte, e dedicado à leitura de livros bons e instrutivos, enriquecendo assim o espírito, tornando-se um repositório de literatura histórica e amena. Principiando a exercer a sua indústria em épocas agitadas de bem triste memória, bastantes vezes foi vítima das perseguições civis que a ele, como liberal convicto que era, lhe moviam os inimigos da liberdade. Quantas vezes a sua tipografia foi assaltada por emissários do governo, e quantas vezes destruída. Na verdade, os inimigos tinham razão, porque dali saíam os mais vibrantes brados de liberdade, impressos em segredo nos prelos manuais por Lucas Torres, saíam alguns jornais e panfletos que muito contribuíram para a propaganda liberal. Todavia, escondido, ora aqui, ora acolá, ia imprimindo os vibrantes originais de António Rodrigues Sampaio, para o Espectro; os originais biliosos e chocarreiros do padre João Cândido de Carvalho, esse célebre jornalista satírico e verrinoso do Cortador, do Azorrague, do Democrata, e redactor do Rabecão de impagável memória.

Quem quiser ler mais é só carregar aqui



Ainda os Falcatos

Perguntava a Tilena aí mais abaixo, onde é que eu tinha arranjado aquele Carro Falcato.

É só googalar um pouco.

Estive agora à procura dos falcatos mais antigos que encontrasse.

Pois aqui vão eles:

O campeão é o Exmo Sr. Diogo Mendes Falcato que casou a sua adorada filha Brites Mendes Falcato com o Exmo Sr. António Fernandes Cheiroso, em Vila Viçosa, no ano de 1565.

Por outro lado, corria o ano de 1688 e houve uma "ordem de missa", seja isto o que seja, encomendada ou em memória, ou qualquer outra coisa, relativa a António Mendes Falcato, natural de Estremoz.

Quer dizer que pelo menos os Falcatos já andavam por aí há bué de anos...

petisco no guadiana







Destas fotos só conheço o mestre Jaime , o Zagalo que costumava ser o chofer da familia, e o tio António Alves,o mais carrundo dos Alves que conheci, nunca falava a ninguem mas depois ia queixar-se ao meu pai que eu tinha passado por ele e não o tinha cumprimentado, eu e outros primos...aqui por estranho que pareça está a rir-se

BISAVÓ LEONARDA

NO CIMO DO PENHASCO, O PIC-NIC INDISPENSÁVEL

ESTRADA DO CANO

FOTO TIRADA NA ESTRADA DO CANO
ROSINHA, AURITA, ZUZU, ISABELINHA, GUIDA ZÉ MANEL, AMÉLIA E TIA MARIA HELENA

PIC-NIC NO MOUCHÃO TIO ANIBAL E TIA MARIA EMÍLIA

PIC-NIC NO MOUCHÃO

PIC-NIC NO MOUCHÃO

PIC-NIC NO MOUCHÃO